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A tecnologia como aliada na educação



POR Daniel Soares Domagalski | quinta-feira, 23 de março | TECNOLOGIA | GESTÃO PÚBLICA

O professor entra na sala e, ao invés de escrever com giz no quadro negro, exibe um vídeo com o conteúdo da aula em uma lousa digital. Nas carteiras, os alunos não portam cadernos, livros didáticos, tampouco lápis ou caneta; mas tablets, notebooks e smartphones onde podem ter acesso a qualquer tipo de conteúdo instantaneamente. Fazem anotações importantes e marcam as lições e leituras para a próxima aula. Uma cena como essa pode parecer futurista em um país de primeiro mundo. Porém, ela já está se tornando realidade em escolas brasileiras, tanto públicas quanto privadas. Iniciativos como a Lei do Bem (Lei 11.196/05) facilitam ainda mais a popularização do uso de tecnologias em sala de aula, incentivando a fabricação e distribuição de recursos tecnológicos no Brasil.


Contudo, a simples adoção de recursos tecnológicos não deve ser encarada como a solução de todos os problemas na educação. Se equipamentos forem distribuídos na escola sem propósitos  e objetivos de sua utilização bem definidos, nenhum resultado positivo será alcançado, pois a tecnologia em si não garante o sucesso na transmissão do conhecimento. Para que o uso da tecnologia traga resultados satisfatórios é necessário um bom planejamento alinhado à eficientes práticas pedagógicas.


Outro ponto fundamental é a metodologia utilizada pelo professor em sala de aula. No modelo de aula tradicional, o professor exerce a função de “sábio no palco”, tendo um papel ativo de transmissão de conteúdos expostos. Neste método, os alunos são agentes passivos da aprendizagem. Além disso, a tecnologia é encarada como fim e não como meio de alcançar os objetivos propostos em sala de aula. Por exemplo, a simples troca de livros didáticos por pesquisa em sites de internet em computadores ou smartphones nos trabalhos escolares. Neste tipo de substituição, os recursos tecnológicos concorrem e acabam ganhando a atenção do aluno, pois se a didática não for considerada interessante para ele, as redes sociais serão.


Em metodologias ativas de aprendizagem, como a sala de aula invertida (também conhecida como flipped classroom), o aluno deixa de ser um mero ouvinte e tem um papel muito mais ativo, sendo o responsável pela investigação e construção do conhecimento por meio de atividades que partem de um problema, e o conteúdo é a ferramenta utilizada para apoiar a solução. Nesse sentido, um ambiente virtual de aprendizagem é indispensável, pois ele ajudará a escola a organizar o conteúdo e disponibilizá-lo no formato de vídeo-aulas, podcasts, textos, games e outros objetos que não apenas atraem esse novo aluno conectado, mas facilitam o processo de aprendizagem e respeitam o ritmo de cada um. Ou seja, a aula (acesso ao conteúdo) acontece fora da sala e a lição de casa (resolução de problemas e dúvidas) na escola. É difícil desvincular esse modelo do uso dos recursos tecnológicos.


Nesta prática pedagógica o papel do professor é elevado, pois ele passa de um detentor e repassador de conteúdo a um mediador do conhecimento, guiando os alunos no processo de construção do saber. Ademais, o tempo em sala de aula é melhor aproveitado em coleta de dados e informações relevantes ao seu objetivo, assim como para a colaboração e aplicação de conceitos. Além disso, os alunos trabalham ativamente na resolução de problemas comuns e se envolvem na aprendizagem de forma colaborativa.


Com os avanços da tecnologia, o acesso aos conteúdos utilizados em sala de aula estão se transformando, e a maneira como o conteúdo é transmitido precisa acompanhar esta evolução. Quando mais alunos e professores terem acesso a dispositivos conectados à internet em sala de aula, mais oportunidades educativas e interativas se abrem para melhorar a educação.




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